Pular para o conteúdo principal

Prece - 214ª COMUNICAÇÃO

 Aos leitores do Blog Brasil Renovado,

 

Feliz Natal e que o ano de 2025 traga a esperança de melhores dias.

 

 

PRECE

 

                                                                   Ignácio Ferreira Alvares da Silva

 

Meu Deus, Senhor do universo,

Vos suplico contritamente:

Deixai-me exprimir em versos

o que me vai interiormente.

 

          Mão que abre é lírio branco,

          manhã de sol, tarde de festa.

          É orvalho regando o campo, 

          é maestro regendo a orquestra.

 

Quem recebe humildemente

alma aberta em um sorriso,

caridade será semente

que vai brotar no paraíso.

 

          É brisa que balança o mar,

          prece que vai ao céu subir:

          Senhor! dai-me pouco pra dar

          e nunca o muito pra pedir.

 

 

 

Atenciosamente,

 

Oto Ferreira Alvares

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

NATAL

  Esta Poesia, escrita num passado distante refere-se a colheita da degradação dos costumes.           NATAL   Chegou dezembro. O ano se esvazia. Renovam-se esperanças do passado. Paira no ar alegres melodias, Evocando os sonhos sepultados.   Vão-se os dias e o Natal já se aproxima. Festas, luzes, tumulto e correria. Neste ambiente de tão ameno clima, O homem se envolve em fantasia.   O interesse mordaz dissipou a fé; A ostentação, em tudo predomina. O feroz consumismo calou até O ateísmo, que ante ele, se inclina.   Entre o profano, o místico e o sagrado, Ocorrem os festejos natalinos. O homem, por esta tríade guiado,  Volta-se novamente ao paganismo.   A árvore de natal, sofisticada, Acabou com sadia tradição.  Papai Noel, figura importada, Cede seu lugar para outra ilusão.   Lembramos do Natal de antigamente, Onde Jesus Menino, pobrezinho, Venerado com amor, ardentemente, No presépio do lar, com mui carinho.  ...

Repassando uma Tarefa Missionária – 2

147ª Comunicação Créditos da imagem: http://portaldozacarias.com.br/ O ambiente é tenso, tanto quanto a atividade político-ideológica quanto aos efeitos desastrosos na sociedade, que sofre as consequências de uma deslavada destruição das bases institucionais.  Hoje, o País está mergulhado num mar de lama e dejetos, como se imitasse a natureza que está aí a cobrar pelos erros do passado. O País está paralisado. As acusações mútuas dominam os noticiários da mídia, onde a palavra mentira não mais ofende a honra. Deploravelmente, esta é uma realidade que a cada dia mais se agrava. Daí o mesmo título do artigo anterior, acrescido do número 2. De um dia para o outro, evidências já comprovadas que constituem provas são adulteradas — sustentadas por uma democracia dilacerada — para atender a interesses ocultos e, por fim, destinadas ao arquivamento. Por desrespeitar o próprio direito que as legitima, não há como remediar uma crise que se agrava a cada dia que passa...