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Os Mosaicos da Sociedade Brasileira e a Realidade Global

                                         103ª Comunicação O momento histórico de transição proporcionado por absurdos acontecimentos insanos exige uma retomada de rumos. Há de se voltar para o fortalecimento do Estado como instrumento da nação, respeitando os princípios que caracteriza a verdadeira independência, como a igualdade representativa das políticas nacionais, soberania e liberdade de autodeterminar-se, preceitos esses naturalmente conquistados, e não artificial e impositivamente construídos como predominância da vontade dos mais fortes. Para correção de rumos, tão reclamada e tão mal definida, faz-se necessário que os governos nacionais voltem as atenções para o interior de seus países, avaliem as situações contrastantes das sociedades nacionais e combatam, prioritariamente, as mazelas mais visíveis. É necessário restabelecer a autoestima, restituindo a confiança nas ...

Atualizando a História-2

102ª Comunicação Comentar sobre agenda política num tempo de “vacas magras”, quando a situação é de desespero e ninguém se entende, é o mesmo que escolher uma forma ideal de se enfrentar uma catástrofe da natureza em plena atividade avassaladora. Tudo que é feito de improviso pode reverter-se em consequências piores do que o não fazer nada. O que presenciamos nos tempos atuais é que a inação ao combate dos absurdos cometidos pelos detentores do poder durante 12 anos, recheados de antivalores para acobertar objetivos determinados pelo Foro de São Paulo, resultou numa autofagia praticada pelos próprios detentores do poder. Ao se sentirem livres para praticarem o que bem lhes conviessem, como é comum acontecer no caso da liberdade sem limites, a elite ideológica passou a agir como se fosse dona da verdade. Movidas pelo ódio e vingança, as Comissões da Verdade seguiram este malfadado caminho. Tal prática, dada a ausência do contraditório, por si só se desmoralizaria e tornaria empecil...

Atualizando a História

                                                                                     101ª Comunicação Estamos atravessando um dos períodos mais críticos de nossa história contemporânea. Num ambiente de ódio e vingança foi montado um audacioso projeto para reescrever a história da contrarrevolução de 1964. Durante os 12 anos do governo do PT, sobressaindo-se os últimos quatro anos, foram montados os dispositivos para levar em frente o grande projeto previsto no Foro de São Paulo. Este detalhe deve ser visto com uma possante lupa, e não a olho nu. O que plantaram durante 12 anos é algo que não se explica e foge de qualquer justificativa séria, a não ser conjugando vários episódios que constituem as distorções, meticulosamente planejadas. Uma delas era a que visava implanta...

Complemento à 100ª Comunicação

Sempre fomos um País em que as mudanças não trouxeram a paz e o equilíbrio desejados. Com a Proclamação da República instalou-se o acirramento de confrontos entre grupos políticos elitizados. Resultado desta triste realidade: tivemos até os dias atuais sete constituições, sendo seis delas republicanas: 1824 (correspondente ao período monárquico pós-independência); 1891, 1934, 1937, 1946, 1967 e 1988. Pelo visto o campo foi fertilizado para plantar crises, até que chegássemos ao atual estágio, de degeneração institucional. Este estado de incerteza reflete ostensivamente sobre um povo que não sabe o que quer, mas insiste em saber o que não quer. Este vício de comportamento vem se tornando um labirinto de indefinições quanto ao que deveria ser de interesse nacional, e não corporativista. Esta indefinição deu margem para que a ideologia comunista fosse aos poucos penetrando na política e nos costumes. Daí o estado caótico a que chegamos, visto na 100ª Comunicação. Vamos a um imbróglio m...

Até Parece!

                                                                                             100ª Comunicação Marketing sem credibilidade atua em sentido contrário. Todas as espécies de meios ilícitos para prosseguir com surrados métodos de se inverter critérios de julgamento do estado caótico a que chegamos, foram utilizados. O interessante e também preocupante deste estado de desarmonia é a reversão de valores tida como tábua da salvação, uma maneira de passar pelo que não é. Não em circunstância de defesa de direitos, mas para cumprir determinações do Foro de São Paulo, com argumentos gramscistas. É disso que trataremos neste artigo. Se é que ainda não chegamos ao fim do poço, falta muito pouco. O momento atual aconselha recolher os cacos deixados...

É só Aguardar-2

     99º Cominicação Uma sociedade submetida à inversão dos valores com predominância de uma deplorável incitação à desarmonia social, com o nítido propósito de exterminar com os pilares institucionais, é uma sociedade suicida. Esta é a mensagem síntese do que foi abordado no artigo anterior. Como o assunto é inesgotável e comporta outras abordagens não vistas, retomamos ao título do artigo precedente. Quando se quer  modificar algo relativo a uma maioria acomodada, indiferente ao que se passa além de seus interesses imediatos, é necessário que algo incomum se transforme em impulso capaz de despertar consciências. É preciso romper as amarras que levam à acomodação inercial. No emaranhado das crises que se abastecem com o acúmulo de absurdas impropriedades — inadmissíveis de que tenham tido curso livre para chegarmos onde estamos, a ponto de interromper o desenvolvimento e adentrar-se na decomposição institucional do Estado —, tentaremos encontrar a causa ...

É só Aguardar

                                                                                               98ª Comunicação Por que estamos insistindo em assuntos tão indigestos e, aparentemente, uma temeridade sem sentido, uma vez que já se foi o tempo em que os preparativos para montar uma colossal estrutura de governo para cumprir o que fora criado, implantado e aperfeiçoado pelo Foro de São Paulo, estão aparentemente inativos, justamente por ser causa e não efeito de males hoje considerados irreversíveis. Aqui é que reside o “X” do problema. Isso já foi abordado em vários artigos, alguns até mesmo repetitivos, por se tratar de uma audácia transformada em provocação. Recordemos alguns: Os antecedentes da contrarrevolução de 1964; as guerrilhas, urbana e ru...