Estamos vivenciando uma transformação tão intensa, que não se sabe o que se passa no momento, numa sequência aleatória e surpreendente.
A força do destino sobrepõe-se a todas as outras forças, por ter sua origem em desígnios que a razão não alcança.
O poder bélico, subproduto do poder econômico, é o suporte desta amarga realidade que estamos atravessando.
Assim é o que está acontecendo e está para acontecer. É o barbarismo das guerras que abalam o alicerce da coluna principal do templo da paz, capaz de provocar um terremoto que torna a terra um planeta inabitável.
É nesse clima generalizado de confronto, em que predomina a ideologia do ódio e da vingança, vazia e irracional, que as sementes plantadas vão produzir os bárbaros genocídios até levar a desumanização, em que o viver torna-se sobreviver.
Diante de tantas tragédias, regionais e mundiais, é momento de consultar a Bíblia, o que nos leva a uma profunda reflexão: no livro Apocalipse, do apóstolo São João, há uma narrativa que surpreende pelo emprego de uma palavra que só é empregada uma única vez: “E os congregaram no lugar que em hebreu se chama ARMAGEDON.”(Ap. 16: 16).
“E houve vozes e trovões e relâmpagos e um grande terremoto, como nunca tinha havido desde que há homens sobre a terra, tal foi este grande terremoto.”(Ap. 16:18).
“E ouvireis de guerras e de rumores de guerra; olhai não vos assusteis porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.”(Mt. 24:6)
“Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes e pestes, e terremotos, em vários lugares.”(Mt.24:7)
Uma observação dedutiva
O que prevalece na atualidade em todas as atividades, culturais, serviçais, industriais e outras ocupações relativas ao desenvolvimento, é a inteligência artificial. Buscando esclarecer-me sobre assuntos que marcam a atualidade, encontrei no livro Renascimento da Natureza, de Rupert Sheldrake, as minhas observações: Inteligência: faculdade de conhecer, compreender, escolher e decidir. É uma dádiva concedida ao ser humano, como fonte do progresso, conforme mérito individualizado.
Dedução: é impróprio falar em inteligência artificial, mas é o que prevalece. Volta novamente ao noticiário, a misteriosa presença dos extraterrestres no planeta Terra. Uma possível dedução é de que a inteligência artificial seja o artifício utilizado para tornar o raciocínio humano submisso à vontade dos intrusos ETs. São os acomodados ao ócio do conforto sem esforço.
Memória: faculdade de conservar e lembrar do estado de consciências passadas. É também a capacidade de reter fatos, relevantes ou não, dependendo das circunstâncias do que se deseja, ou adaptar-se ao que se pretende, portanto, é uma faculdade polivalente – “memória artificial”.
Nota: o País passa por um período de trevas, em que os Poderes da República só se preocupam em se incapacitarem mutualmente. Está na hora de voltar-se para uma memória artificial, em busca da paz, desenvolvimento e combate à desigualdade social.
A eleição é o alicerce da Democracia, e não o elo de propagação anti-pátria. A condição de vilipendiado está na fragilidade de insaciáveis lideranças globais.
É tempo de ver, ouvir e calar. Até quando?
Atenciosamente,
Oto Ferreira Alvares
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