O preço da liberdade é a eterna vigilância. Para cada marco histórico, envolto em profundas crises, há e houve lideranças para atuarem em diferenciados propósitos. Assim é que Joana D’Arc e Gandhi, dois mártires nacionais, em épocas e circunstâncias diferentes, estão no mesmo patamar de um César ou de um Hitler. O momento histórico é que determina o surgimento de legítimas lideranças, heróis, mártires ou algozes. A nossa história registra figuras exponenciais, que atuaram em épocas de ameaças à liberdade e à unidade nacional. Como exemplo de extremo patriotismo, entre tantos outros vultos, as figuras maiúsculas, que bem definem o que é ser patriota, Tiradentes e Duque de Caxias se sobressaem. Tiradentes, como o precursor da independência, o arquiteto da liberdade; Duque de Caxias, como herói no campo de batalha e como PACIFICADOR de províncias rebeladas. O que vimos até aqui, é a introdução de um período nebuloso e de contradições temerárias. São crises sobre